Terça-feira, Outubro 11, 2005

Inocência roubada. (Aparece Lopan!)

Repostagem de um texto antigo, quando um grandre amigo surgiu aqui no relicário, quando nem era relicário ainda. Meu grande amigo Lopan.


Meu pai sempre foi uma cara bom, até demais. Nunca fez nada que sujasse seu nome, nem que pertimitisse que o mundo o recriminasse, enfim é um cara bom.
Já eu sou essencialmente mau, não muito. Egoísta, invejoso e insano. Sempre fui de dar tapa nas costas de um amigo em necessidades, só pra ver o filadiputa ir de cara no chão. E meu sonho sempre foi ajudar os outros, sendo atendente daquelas linha de ajuda ou uma grande empresário, de um geito ou de outro eu acabaria de arrumar uma maneira de oprimir as pessoas até elas acabarem com suas vidinhas mediócres num banheiro abandonado qualquer.
Mas meu pai que era um cara bom, bom até demais, não me deixou quase nenhuma herança, e nem vai deixar nada além das dívidas, no entanto mesmo vivo e por ser tão bom ele me deixou alguma coisa, a porra da inocência. Nunca pensei que ia ser vítima da crueldade que plantei.
No momento que percebi que estava sendo lido, toda a minha liberdade de escrita foi arrancada de mim. Não tenho mais inocência da verborrogia descopromissada, afinal eu estou sendo observado, e preciso me comportar, pra me engajar no mundo bloguista e talvez virar uma celebridade. Mas eu não quero. Isso sim foi crueldade. Preciso de umas aulas com esse malandro.
Tem uma nova seção na barra ao lado, com teu link "muleque". Talvez fique feliz acabe por me deixar isolado no meu mundinho novamente. Ou não.

Ah, fudeu. Escreve um comentário aê qualquer. (Essa porra vicia, e tenho dito.)

Lá vou eu em rumo ao estrelato. SHIT.